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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Beatriz

Que olhos são esses
Que não vejo mas sinto?
Porque te batem
Com a mão invisível?

Mentir já não te chega,
Por mais que tentes (nem tentas).

A vida tem certos acasos.
Cruzamos-nos numa noite
Em quem se fez magia.

Dizes: "meu coração fala com o teu"
Eu digo: "tenta calar ambos".
Não consegues e por isso não mentes.

Sinto o teu pulsar no meu peito,
Na verdade sei que a distância
Não existe, desde essa noite.

Para longe é onde estás.
Não é verdade.
De longe se faz bem mais perto
Disse um dia alguém.

Quebrei tudo em mim para aceitar
O que sabia ser a certeza da amizade.

Estás perto de mim sempre.
Sem te ver, vejo o desespero que trazes.
Quebramos dia-a-dia a barreira do impossível.
Conta-me histórias do que não sei.
Diz-me de ti!

Sinto-me capaz de te ter em frente
Fechar os olhos e sentir-te somente
Porque estarás sempre em mim mesmo que não fisicamente.

Viajar tem um sabor solitário.
Pois então que essa solidão
Sejamos nós de mãos dadas
Numa vida dura mas feliz.
Porque a amizade também se diz.

Desculpa-me a estupidez,
Desculpa-me ter-te empurrado
Para fora de uma amizade que queria.

Para fora do que sabia por certo.
Todos os dias ao telefone te peço desculpa,
Nas entrelinhas.

Este poema é fruto do que sinto,
Poderia escolher mil e um títulos
Que o mais maravilhoso seria e será para sempre
Beatriz.

(dedicado a : Ana Beatriz Ferreira da Costa Braz)

03/12/2009

Este é um poema dedicado a uma amiga especial e que me diz muito. A todos lembrem-se, mais vale uma amizade boa do que várias por conveniência,

Um abraço;

LN

1 comentário:

Valdecy Alves disse...

Amigos poetas blogueiros, parabéns por utilizarem a internet como forma de dividir com o mundo o seu pensar, o seu compreender, desempenhando a missão do poeta que é se afirmar como ser humano, sobretudo perante si mesmo, captar os arquétipos coletivos de sua época e princípios universais, permitindo após compreender-se ou não compreender-se, que pela sua obra os da sua época tenham referência alternativa para fazer a leitura do mundo e as gerações posteriores entenderem a própria história da humanidade. Tudo temperado pelo sonho, pela sensibilidade e pela utopia. PASSOU A ÉPOCA DE ESCREVERMOS E GUARDAR NA GAVETA NOSSAS CRIAÇÕES DEPOIS DOS MAIS PRÓXIMOS FINGIREM TER LIDO PARA NOS AGRADAR. Através do meu blog quero aprensentar-lhes a video-poesia, que usa várias linguagens de uma só feita, a serviço do texto. Se gostar divulgue e compartilhe com os seus contatos. Acessar em:

www.valdecyalves.blogspot.com